Projeto Reanimação


Na vigência de uma parada cardiorrespiratória (PCR), a realização imediata da ressuscitação cardiopulmonar (RCP), inclusive apenas com compressões torácicas por socorristas leigos da comunidade no pré-hospitalar, contribui sensivelmente para o aumento das taxas de sobrevivência das vítimas de parada cardíaca.

O maior desafio é ampliar o acesso ao ensino de RCP, estabelecer processos para a melhora contínua de sua qualidade, além de minimizar o tempo entre a RCP e a aplicação do primeiro choque.

Cerca de 60 a 80% dos ritmos de PCR no âmbito pré-hospitalar ocorrem em fibrilação ventricular (FV). O sucesso da ressuscitação está intrinsicamente relacionado a uma desfibrilação precoce, idealmente dentro dos primeiros 3 a 5 minutos após o colapso. A cada minuto transcorrido do início do evento arrítmico súbito sem desfibrilação, as chances de sobrevivência diminuem em 7 a 10%1, 2. Com a RCP, essa redução é mais gradual, entre 3 e 4% por minuto de PCR3,4,5.

Portanto as ações realizadas durante os minutos iniciais de atendimento a uma emergência são críticas em relação à sobrevivência da vítima. O suporte básico de vida (SBV) define essa sequência de ações para salvar vidas. Por mais adequado e eficiente que seja um suporte avançado, se as ações de suporte básico não forem realizadas de maneira adequada, será extremamente baixa a possibilidade de sobrevivência de uma vítima em situação de emergência.

 

O suporte básico de vida deve ser realizado para qualquer pessoa que apresentar uma das quatro situações de emergência:

  • Infarto Agudo do Miocárdio
  • Parada Cardiorrespiratória
  • Acidente Vascular Encefálico
  • Obstrução de Vias Aéreas




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